terça-feira, 1 de janeiro de 2008


Recomeçar...
Tirar a roupa usada e suja e vestir um novo eu.
Um eu melhor, um eu que enxerga além, um eu envelhecido, mas um eu com fé.
Um eu amando e que se deixa amar.
Um eu buscando e realizando.
Um eu que renasceu de cada queda e lágrima e de cada alivio e sorriso.
Quero um eu espontâneo em suas vitórias e calculado em suas metas.
Um eu sábio nas derrotas e condescendente nas falhas dele e do mundo.
Quero um eu que saiba dizer palavras doces e exponha seu afeto.
Um eu que doe mais, que se entregue mais.
Quero um eu que diga "eu te amo", a cada dia que amanheça.
Quero um eu que se deixa tocar seus sonhos e que toque as realizações de alguém.
Quero um eu maior em sonhar.
Quero verbos novos, versos novos.
Um ano novo.
Um espirito novo.
Palavras e discursos novos.
Movimentos e gestos que, renovados, apresentam novas cenas e esperas.
Esperanças...
Um eu que as toma para si.
Promessa...
De alimentar tais esperanças desse eu que nasceu.

5 comentários:

marcio bonetti disse...

grande post!

Anônimo disse...

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Kalvin Pinheiro disse...

Gostei dessa transitoriedade entre a busca do eu autor e a do eu outrem. À primeira vista, poderia-se pensar que tem um tom introspectivo, mas, na verdade, o que se vê é um eu vislumbrando um eu ideal.

Kalvin Pinheiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Kalvin Pinheiro disse...

Você sabia que eu sou um "eu" que te adora? Sua missão é tentar descobrir quem eu sou. Como pode não reconhecer um amigo...?